Translate

Depoimento de Carlos Latuff em apoio ao Egito


Um jornal egípcio fala do apoio do cartunista brasileiro dá aos egípcios com suas charges e cartoons. Sempre que vimos algo sobre a revolução do Egito na TV ou jornais, conseguimos observar alguns dos seus desenhos usados pelo povo do Egito. Carlos Latuff fez um depoimento em português com tradução para o árabe egípcio para todos os envolvidos na Revoluçao do Egito. Veja o que o jornal egípcio comenta e os vídeos com os trabalhos de Latuff. Parabéns para o grande artista!



Cartunista brasileiro promete continuar a crítica contra a SCAF

O brasileiro cartunista Carlos Latuff disse que vai continuar a desenhar cartoons que atacam a decisão do Conselho Supremo das Forças Armadas (SCAF) e o governo até os egípcios obterem a liberdade.


Em uma mensagem aos egípcios postado terça-feira no YouTube, Latuff disse que tem acompanhado os acontecimentos da revolução desde que começou em Janeiro e tem atraído muitos desenhos retratando o país.


Novos governantes do Egito não são diferentes de seus antecessores, que governou sob o presidente deposto Hosni Mubarak, disse ele na mensagem.


A polícia e as forças armadas ainda estão disparando munição real e bombas de gás lacrimogêneo contra manifestantes, disse ele, expressando a sua admiração de coragem egípcios "para enfrentar a repressão.


Latuff disse que desejava que ele podesse estar ao lado de revolucionários na praça Tahrir, no entanto, ele acha que seria preso no aeroporto, se ele tentasse ir para o Egito.

Traduzido do árabe Edição
http://www.almasryalyoum.com


Veja o vídeo com o depoimento de Carlos Latuff aos egípcios


Fonte do texto
http://www.almasryalyoum.com/en/node/517687


 x x x x x x **************** x x x x x x




Cada um contribue como pode. Podemos fazer o mesmo divulgando a crueldade dos policiais contra os manifestantes. Uma luta desigual e covarde. Mas o povo não se cala e vai a luta. Nós tiramos o Collor do governo do Brasil, eles tiraram o Mubarak, falta agora eles acharem um presidente como o Lula foi, para mim o melhor, sem sombra de dúvida! Que falem quem quiser.


Criss Freitas


Hospitais improvisados atendem feridos no Cairo




Feridos durante confrontos estão sendo atendidos de forma improvisada, nas ruas

Nas ruas ao redor da praça Tahrir, no centro do Cairo, o cheiro de lixo e esgoto é nauseante, mas é entre ruelas e becos que hospitais improvisados funcionam para atender as vítimas do novo levante popular que tomou conta da capital do Egito.

A multidão se aglomera na rua Mohamed Mahmoud, uma das vias que desembocam na Tahrir. Jovens desafiam as forças de segurança e tentam avançar para chegar ao Ministério do Interior, temido nos tempos do ex-presidente Hosni Mubarak por sua repressão e polícia secreta.

Os manifestantes gritam palavras de ordem contra a junta militar que controla o país e exigem sua renúncia. A polícia atira bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha; os jovens revidam com coquetéis molotovs e pedras. A rua parece uma zona de guerra.

Nos becos ao lado da rua Mohamed Mahmoud, um dos nove hospitais improvisados funciona em uma mesquita. O som de motocicletas carregando feridos toma conta do lugar. Pessoas correm desesperadas carregando amigos, intoxicados pelo gás ou feridos por balas de borracha.

Seguranças mantêm os mais revoltados longe da entrada da mesquita, enquanto voluntários carregando garrafas com soro fisiológico ficam na porta para atender os casos menos graves, como ardências nos olhos por conta do gás lacrimogêneo.

Eman Abdel Hade, estudante de farmácia (Foto: Tariq Saleh/BBC Brasil)
Eman está ajudando feridos para fazer 'minha parte na revolução'

Dentro da mesquita, o hospital improvisado está movimentado. Médicos, enfermeiras e estudantes correm para ajudar as vítimas.

Em cada canto, caixas com medicamentos doados por cidadãos ou ONGs completam o cenário. Feridos que já foram atendidos ficam deitados no chão.

Os tapetes da mesquita, antes usados para receber os fiéis paras as rezas diárias foram retirados. Manchas de sangue podem ser vistas em alguns lugares do piso frio.

A maioria dos casos são de inalação do gás lacrimogêneo que, segundo médicos, pode ser fatal se a vítima não for socorrida em tempo.

Faltando aulas

Poucos são médicos; a maioria são estudantes de medicina supervisionados pelos profissionais que, visivelmente nervosos e sobrecarregados, orientam aos gritos onde deve ficar cada tipo de atendimento.

Atuando como enfermeira, a estudante de farmácia Eman Abdel Hade tenta aliviar a dor dos pacientes mais exaltados que tiveram cortes devido às balas de borracha. Ela faz curativos em um dos feridos enquanto fala com a BBC Brasil.

Ela conta que sua função é fazer o primeiro atendimento, cuidar de pequenos ferimentos, pegar os remédios requisitados pelos médicos e auxiliá-los.
Médico Ahmad Saad (Foto: Tariq Saleh/BBC Brasil)
Médico atende até 400 casos por dia

"Voluntariei-me porque os hospitais já não davam conta de tantos feridos e achei que era uma ótima maneira de fazer minha parte na revolução", diz Eman.

Estudante do terceiro ano de Farmácia na Universidade do Cairo, a egípcia conta que por diversas vezes o hospital ficou ameaçado de ser invadido pela polícia, já que a poucos metros dali fica o campo de batalha entre manifestantes e forças de segurança.

"Na segunda, eles (polícia) disparam bombas de gás na entrada do beco, em frente à mesquita, e tivemos que sair pelo outro lado carregando os pacientes", conta.

Ela revela que falta a algumas das aulas para poder ajudar no hospital e fica várias horas trabalhando como enfermeira.

"Só vou às aulas mais importantes e depois vou para casa para descansar por uma ou duas horas. Aí volto para cá e fico até eu cansar ou ter alguma outra aula", relata.

Os pais, segundo Eman, se opuseram no primeiro dia que ela veio voluntariar. "Mas depois ficaram orgulhosos que eu estou ajudando", diz.

A conversa é interrompida por gritos de um homem que chega carregado às pressas. A perna esquerda sangra após ser atingida por uma bala de borracha, segundo um dos médicos.

'Criminosos'

O médico Ahmad Saad, que trabalha no hospital Ahmad Mahd, largou emprego para ajudar no pronto-socorro improvisado perto da rua Mohamed Mahmoud.

Vista aérea de hospital improvisado no Cairo

Médico atendendo emergências diz que número de feridos é maior que o divulgado oficialmente

Com olhar cansado, ele conta à BBC Brasil que desde o dia 19 de novembro, quando os confrontos começaram no Cairo, o hospital tem recebido entre 300 a 400 casos por dia.

"O número de feridos é muito maior do que está sendo divulgado", garante.

Em todo o Egito, incluindo a capital, Cairo, e a segunda maior cidade, Alexandria, os confrontos já deixaram ao menos 35 mortos e mais de 2.500 feridos, segundo ativistas e dados do governo.

Saad diz que os casos mais graves são os relacionados ao gás lacrimogêneo, que exige uma ação rápida dos médicos.

"Com exceção das balas que atingem os olhos, o mais grave é inalação de gás", diz.

Ele acusa o governo de lançar outros tipos de gás lacrimogêneo, muito mais perigosos que o produto normalmente usado.

"Há três tipos de gás. O normal causa irritação na pele, mas o mais perigoso ataca o sistema nervoso central", afirma. "Já vi casos aqui em que os pacientes tinham suas peles cobertas por pequenas partículas que causam irritação. Esse tipo também ataca as mucosas como nariz e boca e causam muita dor. A outra é ainda mais perigosa, pois é muito tóxica para os pulmões e ataca o sistema nervoso."

Vítima de gás sendo atendida no Cairo (Foto: Tariq Saleh/BBC Brasil)
Ativistas dizem que gás usado pelo governo tem efeito nocivo; autoridades negam

Saad salienta que alguns manifestantes que chegaram ao hospital tinham sintomas ligados a este tipo de gás e que podem desenvolver câncer entre 2 a 5 anos.

Ele admite, no entanto, que amostras foram coletadas e ainda estão sendo testadas.

Ativistas acusaram o governo de usar bombas de gás mais contendo elementos químicos nocivos.

O governo negou as acusações e declarou que só usava bombas de gás normais.

Saad se despede quando novos pacientes chegam, vindos dos confrontos com a polícia egípcia. O cheiro de gás pode ser sentido de dentro do hospital.

Fonte 
BBC Brasil
Tariq Saleh
Enviado especial da BBC Brasil ao Cairo
Atualizado em 25 de novembro, 2011 - 05:19 (Brasília) 07:19 GMT


X X X X X X ********** X X X X X
Já que não posso estar lá, vou fazer minha parte divulgando para que o mundo saiba...
Eles sabem o que estão fazendo. Não estão colocando suas vidas em risco por nada, sabem o povo que tem, dos dois lados.

Que a paz e a  misericórdia de Allah seja com eles, amém!

Criss Freitas


Egito, militares prometem entregar poder aos civis

Pressionada, junta promete acelerar a entrega de poder aos civis no Egito

Apesar de concessões feitas por militares, manifestantes recusam-se a encerrar protestos na Praça Tahrir

22 de novembro de 2011 | 22h 00
Lourival Sant’Anna, enviado especial
CAIRO - Mais de 100 mil manifestantes ocupavam nesta terça-feira, 22, a Praça Tahrir, no centro do Cairo, quando o marechal Mohamed Tantawi, chefe da junta militar que governa o país, anunciou a realização de eleição presidencial em junho e acenou com um referendo para decidir se as Forças Armadas devem deixar o poder imediatamente. Em resposta, a multidão, no quarto dia de confrontos com a polícia que deixaram mais de 30 mortos, gritou um sonoro "fora".
Egípcios voltaram a tomar Praça Tahrir, palco de protestos contra a ditadura de Hosni Mubarak - Amr Abdallah Dalsh/Reuters
Amr Abdallah Dalsh/Reuters
"Desde o primeiro dia, dissemos que realizaríamos eleições e transferiríamos o poder para um governo civil", lembrou Tantawi, que durante duas décadas foi ministro da Defesa do ex-ditador Hosni Mubarak, derrubado em fevereiro após 18 dias de protestos liderados por um movimento semelhante ao que ocupa o centro do Cairo e de outras cidades egípcias desde o fim de semana.

"As Forças Armadas não pretendem governar, mas pôr o interesse do país acima de todas as considerações. Estão prontas para transferir imediatamente a responsabilidade e voltar para sua missão de proteger a pátria, se assim a nação quiser, mediante um referendo popular, se for necessário."
Até aqui, pelo calendário apresentado pelos militares, o Parlamento eleito em março (em seis turnos, a partir de segunda-feira) apontaria uma Assembleia Constituinte, que teria seis meses para redigir uma Constituição, que seria submetida a referendo. Só depois haveria eleição presidencial - ou seja, provavelmente em 2013, cerca de dois anos depois da queda de Mubarak.

Privilégios militares
Nesse meio tempo, acusam os manifestantes, os militares, instalados no poder desde a ascensão do coronel Gamal Abdel Nasser, em 1952, consolidariam suas posições no regime. Dentre as garantias pretendidas pela junta na nova Constituição, segundo um esboço publicado na imprensa, estaria a não ingerência do Executivo e do Parlamento no orçamento militar.
Tantawi anunciou também que o Conselho Supremo das Forças Armadas, por ele chefiado, aceitou o pedido de renúncia apresentado na segunda-feira pelo gabinete civil, sob a tutela dos militares. A demissão coletiva foi uma reação à violenta repressão aos protestos na Praça Tahrir e nas imediações do Ministério do Interior.

O pronunciamento foi feito após uma reunião de cinco horas da junta militar com a Irmandade Muçulmana e com outros grupos islâmicos. Os partidos seculares, chamados de "liberais", negaram-se a negociar com a junta, exigindo a saída imediata dos militares do poder. Na reunião, a junta disse ter aceitado a formação de um "gabinete de salvação nacional".

A onda de protestos começou na sexta-feira, com uma manifestação liderada pela Irmandade Muçulmana. O grupo islâmico, favorito nas eleições parlamentares, teme que os militares bloqueiem artigos que tornem a religião a base da nova Carta. Além de protestar contra a junta militar, os manifestantes criticam os partidos, cúmplices da situação para muitos.

No sábado, depois que uma dúzia de barracas da Irmandade Muçulmana foi queimada pela polícia na Praça Tahrir, milhares de jovens manifestantes seculares, que lideraram a revolução de janeiro e fevereiro contra Mubarak, ocuparam o centro do Cairo, enfrentando a polícia e o Exército, que tentaram sem sucesso dispersá-los.

Renúncia
A reivindicação passou a ser a imediata saída dos militares. A Irmandade Muçulmana retirou-se das ruas, preocupada com a possibilidade de cancelamento das eleições, das quais o grupo, o mais bem organizado do país, deve sair amplamente vitorioso. Já grupos salafistas, de islâmicos mais radicais, uniram-se aos jovens seculares.


xxxxxxxxxxx * * * * *  xxxxxxxxxxx
Nao seria melhor uma mudança (auditoria) economica, do que toda essa preocupaçao política? O Egito desse jeito està fazendo política contra, pois, a cada manifesto o mundo olha com olhos descrentes para pessoas que destroem e vandalizam. Não seria melhor conversar e criar meios de discussão ao invés de destruir, tirar vidas e criar confusões dessa magnitude?
Sei lá, eu sempre fui do pensamento de que conversando a gente se entende, mesmo que tenha que as vezes usar da lei.


Criss Freitas


Segunda Revolução no outono egípcio?

 

 
Manifestantes egípcios voltaram a ocupar a praça Tahrir, no centro do Cairo, após violentos confrontos com a polícia em diversas partes do país. 

Centenas de pessoas passaram a noite na praça e continuam no local, apesar das tentativas das autoridades de reprimir o protesto com gás lacrimogêneo.

Alguns jornais egípcios estão descrevendo a onda de manifestações como "a segunda revolução". A uma semana das primeiras eleições parlamentares desde a queda do presidente Hosni Mubarak, os manifestantes protestam contra um rascunho de constituição que, que segundo eles, permitiria que os militares mantivessem muito poder após a eleição de um governo civil. 

Eles exigem que o líder do governo militar do Egito, marechal Hussein Tantawi, renuncie e seja substituído por um conselho civil. 
Atualizado em  20 de novembro, 2011
************ x x x x x x ***********

Não sei, mas parece que o Egito tomou gosto pela coisa. Agora é revolução para tudo! Será que é preciso isso tudo mesmo? Será que é necessãrio botar tantas vidas em risco?
Ou a essencia da democracia que eles tanto querem não poderiam ser posta em prátia? "Who knows?"



PAZ E SEGURANÇA EM TODA TERRA HABITADA e então poderá vir o fim...


Criss Freitas









Egito: Nudez, Parada Gay e Facebook






Depois de vermos que Facebook e internet podem ser uma grande arma a favor do povo, pois foram as grandes aliadas no protestos da Primavera Árabe, veremos também que podem ser mais que isso.


Essa semana duas notícias me deixaram surpresa sobre o que está acontecendo no Egito. A primeira foi a da garota Aliaa Elmahdy que quiz protestar colocando fotos de nudez na internet. Pense que o Egito é um país muçulmano (80%) e muito restritivo nesse sentido, não é um país como o Brasil e USA que garotas pagam para virar "cyber porn stars". Kim Kardashian e Daniela Cicarelli que o diga.

A moça egípcia, bola da vez, que diz ser ateia fez várias críticas ao islam e seu atual namorado foi o primeiro blogueiro a ser preso também por criticar o islam em 2007.

Ela cita em uma parte do post "Ignorância, injustiça, superstições e ausência de civilização equivalem ao islã" e ainda comenta "Tirem suas roupas e se olhem no espelho, queimem os corpos que desdenham e desprendam-se de seus complexos sexuais para sempre, antes de me lançar acusações racistas ou me negar a liberdade de expressão".

Apenas vestida de meias e sapatilhas a egípcia diz que as fotos são "um grito contra a sociedade da violência, do racismo, do sexismo, do assédio sexual e da hipocrisia".

O fato está criando problemas não só na sociedade altamente preservadora, mas também na política já que partidos liberais aos quais os blogueiros são a favor, serão vistos como permissivos a este tipo de fato e isso pode gerar má influência nas eleições próximas.

Certa ou não, ela conseguiu mexer com a sociedade e com os internautas, já que o blog está tendo auto pico de acesso e a sociedade vem se mostrando totalmente contra a ela, fato que já era de se esperar.

Acreditem, o segundo fato que está me deixando de cabelo em pé, não chega nem perto do ato de tirar a roupa na frente da camera e postar num blog. Adivinhem... O fato que mais me provoca agitação nesse momento é o movimento "Egyptian LGBT (Lesbian, Gay, Bisexual, Transgender)" - LGBT Egipcios. Dessa vez eles usaram o Facebook para planejar uma parada gay que acontecerá em janeiro de 2012.

"Temos o direito de sair na sociedade e para nos proteger e proteger a nossa sociedade de homossexuais opressores, porque uma sociedade que não aceita o outro é um doente", disse a página do Facebook.

Para explicar por que eles escolheram para protestar na praça Tahrir, em janeiro, a página tinha uma mensagem dizendo:
"Somos um grupo de jovens egípcios gay. Estávamos em Tahrir e tomamos parte na revolução. Vemos que cada um de nós tem o direito de ter uma vida de respeito em público. Nós somos parte da revolução do Egito e não vamos permitir que ninguém questione a nossa lealdade ".
 O comentário em nome do administrador da página do Facebook:
"Qual é o problema, se duas pessoas do mesmo sexo em algum lugar deste mundo estão abraçando uns aos outros? Irei te prejudicar? Será que eu vou pegar algo que é seu? Eu vou comer sua comida? O quê? Eu sou um ser humano que sente, ama, odeia, fica com raiva, perdoa, e se sente feliz! " faz a gente pensar.

Isso em qualquer lugar do mundo, não no Egito, um país muçulmano...

Se isso estivesse acontecendo no Brasil, juro que não ficaria nem um pouco surpresa, pois, o Brasil já há muito tempo agita paradas gays por todo o país. Mas no Egito a coisa é bem diferente!

Temo que muitas dessas pessoas que estarão gritando pelos seus direitos, morrerem sem ao menos conseguirem  ser ouvidos.
Não se trata apenas de moralismo, mas de leis religiosas e muita descriminação por trás disso tudo. Eles terão que enfrentar quase toda a população contra eles. Não foi o caso da revoluçao de Mubarak, já que todos estavam cansados da má política do sujeito.
Aqui neste caso, eles estão mexendo com cultura, religião, preconceitos, mentes não abertas a aceitação das diferenças. 

Se eles realemente botarem em prática esse plano vão ter que mandar buscar um exército somente para eles. Concluo eu. 

Que eles pensem bem ao tomarem essa decisão e seguirem para batalha...

O que você acha desse assunto? E o islam, o que diz disso? Deixe seu comentário, dê sua opinião para eu formular um post a respeito e mostrar o que o Islam diz sobre o homossexualismo e nudez.

 Notem que tanto a garota quanto os gays estão lutando por direitos de liberdade.




as-salamu alleikum

Criss Freitas


Fontes
Jornal online Bikyamasr



Egito, objetos antigos de volta

Museu de NY devolve objetos antigos ao Egito


Metropolitan Museum of Art envia para o Museu Egípcio do Cairo 19 peças encontradas na tumba de Tutancâmon em 1922. A devolução resulta de acordo firmado no ano passado.

  Divulgação
Escultura de cachorro tem dois centímetros de altura
O Metropolitan Museum of Art, de Nova York, vai devolver para o Egito 19 objetos que foram encontrados no começo do século 20 no túmulo do faraó Tutancâmon e que até julho integraram a coleção da instituição norte-americana. De acordo com a agência de notícias egípcia Mena, as peças deverão chegar nesta terça-feira (02) ao Museu Egípcio do Cairo. A devolução é resultado de um acordo fechado em novembro de 2010 entre o Metropolitan e a secretaria-geral do Supremo Conselho de Antiguidades do Egito.

As peças foram encontradas no Vale dos Reis, em Luxor, no Egito, em 1922, pelo arqueólogo britânico Howard Carter. Ele procurou pelo "tesouro" por mais de 40 anos. Em novembro de 1922, em uma expedição financiada por um milionário britânico, encontrou o túmulo do faraó.

De acordo com informações do Metropolitan, era comum, naquela época, que o governo egípcio deixasse os arqueólogos ficarem com parte daquilo que encontravam nas expedições que eles empreendiam e financiavam.

No túmulo do faraó, o arqueólogo encontrou o sarcófago conservado e uma enorme quantidade de objetos, sendo muitos de ouro, além destas peças que agora retornam ao Egito.

 
Quando decidiu devolver os objetos ao Egito, no fim de 2010, o Metropolitan afirmou que eles nunca deveriam ter deixado o país árabe. No Cairo, as peças integrarão uma exposição sobre o faraó Tutancâmon. Em 2012, os objetos serão enviados para o Grande Museu Egípcio, em Giza.
Das 19 peças, 15 são fragmentos ou amostras. As outras quatro têm valor histórico e artístico maior. Uma delas é uma escultura de apenas dois centímetros de altura de um cachorro feita em bronze. Outra peça é parte de um bracelete em forma de esfinge que pertenceu a uma sobrinha de Carter. Há também um colar e parte de um puxador que, segundo o Metropolitan, foram encontrados na casa de Carter em Luxor e deixados por ele para a instituição.
As peças ficaram na casa de expedições do Metropolitan no Egito até 1948. Quando ela foi fechada, foram enviadas para Nova York, onde passaram a integrar o acervo de arte egípcia da coleção do Metropolitan.
Divulgação
Colar tem partes feitas com louça
O “faraó-menino”, como ele ficou conhecido, governou o Egito ente 1336 e 1.327 a.C., dos 10 anos aos 19 anos. Até o começo de 2010 acreditava-se que o faraó fora assassinado. Novas pesquisas na múmia de Tutancâmon realizadas no começo do ano passado apontam, no entanto, que ele morreu de malária. 
 Fonte
Agencia de Noticia Brasil Arabe - ANBA
  *************** x x x x x x **************
O que eu espero com isso é que os outros países que também "se apropriaram" dos objetos antigos achados no Egito, também os devolvam. Como foi o caso de Hitler que se "apoderou" do busto da rainha Nefertiti e até hoje é exposto no museu da Alemanha. Ao ser indagado a devolver ao Egito, Hitler se fez de desentendido e disse um NAO, o que era de se esperar dessa pessoa "tão ilustre", para não ser grosseira... Em fim, que os outros países se sensibilizem e devolvam os pertences do antigo Egito ao Egito, seus verdadeiros donos. 
Criss Freitas

Brasil x Egito em Doha - Futebol 14 de novembro 2011

Kaka e jogador do Egito no ultimo jogo em 2009


Amanhã será um grande dia aqui em casa. O Brasil vai jogar contra o Egito em Doha. Mas imaginem o que o habibi me propôs... Eu torcer para o Egito e ele para o Brasil (sei não, não parece boa idéia), quem ganhar paga a aposta... Acho que ele tá querendo me enganar... O que vocês acham? Ele tá querendo que eu pague algo e não sabe como dizer, então deu essa desculpa, só pode, porque é claro que o Egito vai ganhar! Eu até pago uma pizza, quem sabe... Depois eu falo no que deu isso...
4 x 0 para o Egito. O que vocês me dizem?


O último jogo entre Brasil e Egito, eu estava em Santa Catarina e assisti a derrota do Egito, claro que por pura falta de sorte, porque eles jogam muitoooo melhor rsssrsr ;)

Algumas informações extras - preciso me ligar para não fazer feio =)
O jogo entre Brasil e Egito estava previsto inicialmente para o dia 6 de setembro no Cairo, mas foi transferido a pedido da federação egípcia por questões de segurança, já que o país do norte da África vivia um clima de instabilidade política por conta da queda do ex-ditador Hosni Mubarak. Pelo acordo entre a CBF e os egípcios, as duas seleções ainda devem fazer um outro amistoso, no início do próximo ano.

A última vez que Brasil e Egito se enfrentaram foi em 2009, na Copa das Confederações, na África do Sul, quando o time comandado por Dunga venceu apertadinho por 4 a 3. O gol da vitória foi anotado por Kaká, de pênalti. (Esse eu assisti!)
A equipe egípcia, comandada pelo norte-americano Bob Bradley, não se classificou para o Mundial de 2010, mas é considerada uma das melhores seleções africanas da atualidade.
O time, que tem média de idade alta, tem como destaque o atacante Mohamed Zidan, de 29 anos, que atua no Borussia Dortmund. Dos 22 jogadores convocados por Bradley para enfrentar o Brasil, apenas quatro não atuam no próprio país.
Além de Zidan, que disputa o competitivo campeonato alemão, tem o goleiro Essan El-Hadary, de 38 anos, que nogo no Al-Merreikh do Sudão, o zagueiro Ahmed El-Muhammed, do Sunderland da Inglaterra e o atacante Mohamed El-Gabbas, que joga no Lierse da Bélgica. Umuarama Ilustrado

O jogo será no horario de Dubai as 9 da noite e no Brasil as 3 da tarde.

É isso aí pessoal, agora é só aguardar e ver no que vai dar.


Torçam pelo Egito, plzzzzzzz rsrsrs


Criss Freitas



Bom fim de semana! Have A Good Weekend!



Hello Friends,

Eu desejo a todos um lindo fim de semana, com paz, saúde e oração a Deus!

Você pode fazer assim
Bismillahir Rahmanir Rahim !
Qul Hu-wallahu Ahad !
Allahus-Samad !
Lam yalid, wa lam yuulad !
Walam yakul-la-huu Kufu-wan Ahad !
Amen!
Em Nome de Deus, O Clemente, O Misericordioso !
Dize: Ele é Deus, o Único !
Deus, O Absoluto !
Jamais gerou ou foi gerado !
E ninguém é comparável a Ele ! Amem!
 
beba somente sucos e agua!

 

 

 

 

 

 

 

 


por email from an indian friend, Sahadat
Date: Fri, 5 Sep 2008 21:58:00 +0530

Just Cheers...
Criss Freitas

Brasil, Egito e a Natureza


Curiosidades


Estava vendo alguns vídeos sobre o Egito e por coincidência descobri que no Mar Vermelho (Red Sea) na costa do Egito, existe um animal marinho semelhante ao Peixe-boi da Amazonia. Esse peixe, que na verdade é um mamífero, é conhecido por Sea Cow ou Vaca do Mar.


Peixes-boi são algumas vezes chamados vacas do mar, e o seu ritmo lânguido empresta mérito para a comparação. No entanto, apesar de sua enorme massa, eles são graciosos nadadores em águas costeiras e rios. Ligando-se com suas caudas fortes, peixes-boi tipicamente deslizar a 5 milhas (8 quilômetros) por hora, mas pode nadar 15 milhas (24 quilômetros) por hora em rajadas curtas.
...
 
Peixe-boi

Sea cow
Há três espécies de peixe-boi, que se distingue principalmente pelo local onde vivem. Uma população do peixe-boi varia ao longo da costa leste norte-americano da Flórida para o Brasil. Outras espécies habitam o rio Amazonas e da costa oeste da África e dos rios.

No Brasil - Peixes-boi são grandes, lentos animais que freqüentam as águas costeiras e rios. Esses atributos tornam vulneráveis ​​aos caçadores que procuram as peles, óleo e ossos. O número de peixes-boi diminuiram ao longo do século passado, principalmente por causa da pressão de caça. Hoje, peixes-boi estão em perigo. Embora protegido por leis, eles ainda enfrentam ameaças. Os animais são muitas vezes gentil acidentalmente atingido por barcos a motor em águas cada vez mais lotado, e às vezes enredados em redes de pesca.

 National Geografic


Criss Freitas


Chuva em Dubai??



No último domingo tivemos o ar da graça da dona chuva aqui em Dubai. Já era hora, já que estamos no outono-invero. Mas a chuva aqui não é nada grandioso e alaga ruas e avenidas como no Brasil. É algo bem tímido e racional  =]

Veja a fotinho e uma matéria no jornal, já que o assunto é algo muito dificil de se ver por essas bandas, então vira manchete. Está em inglês e eu não traduzi, para vocês começarem a se  interessar por inglês  e aprender mais a língua. rsrs preguiçaaaaa...
Segundo o jornal, é previsto chover em Dubai somente 5 (cinco) vezes no ano!! E a temperatura anda entre 17 e 26 graus Celsius com 53% de humidade. 
Aiiiii que saudade do friozinho de lá!!



"Dubai, the city of the scorching sun is welcoming its first hit of rain this winter as the weather for the last few days becomes unstable but breezy.

Temperatures are expected to fall further as strong winds blow along the UAE coastline.

Most of the residents in the UAE have not looked upon this cooling weather or rainfall as any inconvenience, but rather welcomed it as a rare occasion that it is.

On Monday the 7th of November, light rainfall stroked many parts of Dubai and other emirates as the weather cooled down and the streets were damp with scattered water puddles. According to the National Centre Meteorological Sciences, cooler weather and light rainfall will continue to pour down over the next few days and possibly even weeks.

The temperature in Dubai will see a drop landing anywhere between 17 to 25 degrees. Police have advised motorists to be extra cautious while driving on wet roads during rains to avoid accidents and ensure safety of all road users. The temperature is currently floating around 26 degrees with a 53 % humidity level.

“Rainfall in Dubai is infrequent and may only occur five times during the year. The first rain after a long dry period makes the road surface slippery as oil and dirt are washed to the surface,” reads the RTA manual. “Until further rain washes these away, skidding can occur.”"

Muhammad B. Aldalou
Newz Globe

p/Criss Freitas

Hijabes, uma conquista!



Como havia falado no outro post, resolvi assumir meus hijabes em público rsrsr. Então como prometi, umas fotinhos para ver como ficou. Espero que aprovem!

antes


depois





de havaianas high, aqui a gente usa havaianas para ir ao shopping e outros lugares, é chique e cara! =)

uniforme antes
(parece aquelas fotinhos que a gente tirava na escola hihihih - to rindo sozinha com essa foto)



uniforme depois (desculpe nao tenho foto melhor)
No meu trabalho o hijabe tem que ser preto e sem nenhum detalhe... uma pena :(

Então é isso, amei usar hijabes e agora cada lugar que vou fico visitando as lojas desse artigo... As não-muçulmanas estão livres para experimentar tbm, não tenha vergonha.

beijos e fiquem com Deus.

Criss Freitas

Por baixo do hijabe


Esta semana fiz uma grande mudança na minha rotina... Finalmente resolvi assumir meus hijabes quando saio de casa. A partir de agora, quando saio ponho meu hijabe e lá vou eu feliz da vida. É uma sensação muito, muito boa. Sinto-me importante, sério!

Antes de tomar essa decisão pensei bastante, pois, conforme meu habibi falou, após você começar a usar o hijabe não deve mais deixá-lo de fazer. Portanto, ele me disse, esteja certa do que você quer, pois, não é bom começar a usar e depois parar.

Mas a decisão foi espontânea e sem pressão. E não me arrependo.


Para começar a usar o hijabe comprei e ganhei alguns e também algumas ribanas e tocas para usar por baixo dele, pois, eles ajudam o seu cabelo a ficar mais preso e o "look" fica bem legal.

As ribanas são tiras de tecido, coton ou ooutro material com elastano que dá para fazer em casa para quem tem habilidades.

Para deixar aparecer
ribana longa - cobre toda a cabeça

ribana curta - cobre meia cabeça

com renda - longa

com renda e bordado em canutilhos - longa















As toquinhas já são mais difíceis de fazer, melhor é comprar feita, porém, dão um visual muito legal e prendem bem o cabelo e o hijabe, também.

Em cetim e liganet
vc pode prender atras ou na frente

Atras

material liganet com brilho

Algumas das minhas ribanas minha mama (sogra) e minha sister (cunhada) mandaram do Egito para mim, pois, são muito usadas pelas egípcias. Aqui em Dubai, não vejo as mulheres nativas usarem, vejo mais as sírias, egípcias, libanesas ... e é difícil de achar para comprar.

Esses acessórios complementam muito bem o look e ajudam a fixar o cabelo e o hijabe. Variando as cores e combinando com a cor do hijabe, fica muito legal.









Meninas, dá para usar hijabe e ser fashion. Amei! Usem e abusem das cores.

salam, Criss Freitas





DESTAQUE

Brasileiras e Egipcio, verdades e mentiras no amor virtual

Ultimamente tenho recebido emails e falado com muitas pessoas que se relacionam pela internet. Geralmente são brasileiras com estrange...