domingo, 12 de janeiro de 2014

Brasileiras e Egipcio, verdades e mentiras no amor virtual



Ultimamente tenho recebido emails e falado com muitas pessoas que se relacionam pela internet. Geralmente são brasileiras com estrangeiros, não só egípcios, mas paquistaneses, indianos e afins...


Aqui em Dubai eu trabalho no aeroporto, isso me dá um leque grande de amizades com estrangeiros, entre eles indianos, filipinos, tunisianos, egípcios e árabes no geral. Com isso, claro, tento observar qual a conduta deles e qual a conversa... Com certeza tenho ouvido muitas coisas e visto também.

Mas o que quero mostrar nesse post não é o lado ruim do que tenho visto ou escutado e sim, passar para as leitoras principalmente, como funciona a cabeça dos homens do ládo de cá e a cultura que levou eles a isso. Óbvio, nunca generalize nada, pois, para cada via de regra sempre existe excessões.

... Não vou citar nomes e nenhum dado será passado que cause problema, os casos são idênticos, então, se a carapulsa servir não fique chateada porque você não é a única, fique feliz ou infeliz por isso.

Meninas do Brasil inteiro têm entrado em contato com rapazes de outros países, e eu não sei porque, talvez porque o meu foco é aqui nas árabias, vi que tem crescido muito o caso de relacionamentos com os árabes entre mulheres brasileiras.
Há casos que o relacinamento não passa de um "I luv u" (eu te amo) no msn, aí entra outra pessoa mais atraente e o cara "sundely" fica offline porque a "internet" do país dele é "ruim", e há casos que viraram casamento, como é o meu e de outras meninas que conheci.

Algumas meninas vão ao Egito conhecer o cara... e geralmente a surpressa é grande. 
Umas, a família pedem prova de virgindade no dia do casamento... Acreditem, colocar uma toalha embaixo do lugar do ato sexual para o sangue manchar a toalha e aí o garanhão sair só de cuecas mostrando o troféu aos convidados não é só cena de filme épico... Isso ainda é praticado no Egito, como tenho escutado.